A SOLIDÃO É UM DEUS BÊBADO DANDO RÉ NUM TRATOR, de Diego Moraes
“Manaus é tão triste que às vezes tenho a sensação de estar morto há muito tempo. Quando caminho pelo Porto e vejo barcos ancorados, recordo-me de pessoas que escrevem mal.” ( Diego Moraes, trecho de Cansaço, em A fotografia do meu antigo amor dançando tango)
“Era tão drogado que escrevia como trem descarrilando e num estilo de matar personagens num jeito só dele.” (Diego Moraes, trecho de Travadão, em A fotografia do meu antigo amor dançando tango)
“Meu amor é guiar este trator na escuridão.”
“As definições de mágoas foram atualizadas.” (Diego Moraes, A solidão é um deus bêbado dando ré num trator)
(a resenha abaixo, sem notas de rodapé ou anexo, foi publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 30 de abril de 2013)
“Era tão drogado que escrevia como trem descarrilando e num estilo de matar personagens num jeito só dele.” (Diego Moraes, trecho de Travadão, em A fotografia do meu antigo amor dançando tango)
“Meu amor é guiar este trator na escuridão.”
“As definições de mágoas foram atualizadas.” (Diego Moraes, A solidão é um deus bêbado dando ré num trator)
(a resenha abaixo, sem notas de rodapé ou anexo, foi publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 30 de abril de 2013)







